Grupos de Trabalho PortFIR

Presentemente existem os seguintes grupos de trabalho:

Grupo de Trabalho PortFIR GTOTI (Organização e Transferência de Informação)

Âmbito: O Grupo de Trabalho sobre Organização e Transferência de Informação, grupo eminentemente tecnológico, o qual pretende interligar de forma normalizada estas duas plataformas ou bases de dados (PortFIR e GS1 GDSN). Disponibilizando assim a informação mais completa sobre o valor nutricional dos produtos disponíveis nessas bases de dados.
Objetivos: Efetuar levantamento detalhado das especificações da base dados Portuguesa que se encontra em desenvolvimento (PortFIR); Interligação das duas plataformas; Definição dos dados mínimos a serem transacionados; Normas a utilizar (Sintaxes, Classificação, comunicações, etc); Impactos nos portais já existentes; Produção de Documentação de Suporte.
Coordenador: GS1 Portugal

Grupo de Trabalho PortFIR GATAN (Apoio ao Trabalho de Normalização)

Âmbito: Proceder ao levantamento detalhado da informação disponível sobre as normas e documentos normativos publicados com relevância para a produção de bases de dados de composição, contaminação química, informação microbiológica e consumo de alimentos. Tratar a informação, na perspetiva da produção compilação e publicação de dados para bases de dados dos alimentos, com vista à sua harmonização e integração nacional e internacional.
Objetivos: Propor ao IPQ uma Comissão Técnica de Normalização, espelho da CEN/TC 387; Discutir e avaliar os documentos produzidos pela CEN/TC 387, enquanto a Comissão Técnica de Normalização Nacional não for oficialmente constituída; Apoiar o PortFIR em todos os temas relevantes relacionados com normalização; Sistematizar informação microbiológica de patogénicos e indicadores de contaminação na cadeia alimentar.
Participantes: Todas as entidades intervenientes e interessadas na harmonização e integração das bases de dados de composição, contaminação química, informação microbiológica e consumo de alimentos.
Coordenador: Isabel Castanheira (Instituto Ricardo Jorge)

Grupo de Trabalho PortFIR GTU (Utilizadores)

Âmbito: Levantamento de informação junto dos utilizadores de dados de composição química/nutricional, contaminação química e informação microbiológica de alimentos, sobre as suas necessidades e os respetivos hábitos de utilização (fonte dos dados, formato e frequência). Tratamento e divulgação da informação produzida.
Objetivos: Propor metodologia(s) de levantamento de necessidades e de definição de prioridades relativamente a alimentos, nutrientes, contaminantes químicos e informação microbiológica a constarem na Base de Dados e formas de disponibilização da informação. Aplicar aquelas metodologias, tratar os resultados, elaborar relatórios e divulgá-los.
Participantes: Tendo por base a filosofia de que diferentes utilizadores terão diferentes necessidades, deverão estar representadas todas as áreas de atividade considerando o circuito do alimento, nomeadamente: produção e transformação, distribuição/venda, restauração, clínica, nutrição/dietética, comunicação, regulação, formação, investigação/estudo, consultoria e serviços/produtos e desenvolvimento de software.
Coordenador: Roberto Brazão (Instituto Ricardo Jorge)

Grupo de Trabalho PortFIR GTCEA (Para uma Comunicação Eficaz em Alimentação)

Âmbito: Levantamento de áreas prioritárias em nutrição e segurança alimentar a comunicar aos stakeholders da cadeia alimentar incluindo o consumidor, que elevem o nível de proteção da saúde, reduzam o risco e melhorem a qualidade de vida. Avaliação das metodologias e ferramentas de comunicação e formas de disponibilização da informação mais adequadas ao tipo de conteúdo/consumidores.
Objetivos: Propor metodologia(s) para identificação das necessidades do consumidor e de saúde pública, para definição das áreas prioritárias. Levantamento de informação existente relacionada com as prioridades identificadas e os diferentes modos de comunicação. Propor ferramentas e conteúdos de comunicação mais adequados e formas de disponibilização dos mesmos. Avaliação do possível impacto e/ou eficácia das metodologias criadas através de estudos piloto.
Participantes: Setor alimentar: produção, indústria, distribuição e restauração; Administração pública: DGAV, ASAE, DGC, DGS; Universidades e Institutos ligados à área alimentar e nutrição; Institutos de defesa dos direitos do consumidor: DECO
Coordenador: Paulo Fernandes (Instituto Ricardo Jorge)

Grupo de Trabalho RPCA GTA (Amostragem)

Âmbito: Proceder ao levantamento detalhado da informação disponível sobre a variabilidade da composição nutricional dos géneros alimentícios e dados de consumo dos mesmos, junto dos sectores da produção e investigadores. Tratar a informação na perspetiva da amostragem de géneros alimentícios para rotulagem nutricional e para produção de dados para bases de dados de composição dos alimentos.
Objetivos: Elaborar Guia de amostragem de alimentos para determinação da composição química com vista à rotulagem nutricional e respetivo controlo e à produção de dados para bases de dados de composição dos alimentos.
Participantes: Sector de Produção, particularmente as Associações Sectoriais; GPP; ASAE; outras entidades envolvidas no controlo dos alimentos, Investigadores das áreas da composição dos alimentos e epidemiológica.
Coordenador: Maria Graça Dias (Instituto Ricardo Jorge)

Grupo de Trabalho RPCA GTP (Porções) Publicação - Guia Orientativo para o Estabelecimento de Porções

Âmbito: Uniformizar a indicação da porção como unidade para apresentação da informação nutricional nos rótulos dos géneros alimentícios.
Objetivos: Proceder ao levantamento detalhado das recomendações de várias entidades para a padronização da porção com vista à divulgação da informação nutricional dos géneros alimentícios, junto dos sectores da produção e investigadores. Proceder ao levantamento das porções usadas na rotulagem nutricional no mercado português. Proceder ao levantamento dos consumos mais frequentes em Portugal, por alimento ou gama de produtos. Desenvolver recomendações para a definição da porção, no sentido de uniformizar e auxiliar a população na escolha alimentar. Considerar as exceções (definir quais e como lidar nesses casos). Exemplo: cereais de pequeno-almoço no formato familiar.
Participantes: Setor alimentar: produção, indústria, distribuição e restauração; Administração pública: DGAV, ASAE, DGC; Universidades e Institutos ligados à área alimentar e nutrição; Institutos de defesa dos direitos do consumidor: DECO; Empresas de estudos de mercado.
Coordenador: Catarina Dias (Federação das Indústrias Portuguesas Agroalimentares - FIPA)

Grupo de Trabalho RPIMA GTOMCA (Ocorrência Microbiológica na Cadeia Alimentar)

Âmbito: Recolha de informação microbiológica na cadeia alimentar, nomeadamente microrganismos e toxinas presentes, e respetiva caracterização epidemiológica (fenotipo, serotipo, fagotipo, genotipo, perfil de resistência a antimicrobianos, fatores de virulência, ?)
Objetivos: Definir as metodologias de recolha e tratamento da informação, nomeadamente sobre: Tipos de dados e identificação das respetivas fontes; Definição dos conteúdos da BD; Validação dos fornecedores de dados; Como construir laços de confiança para o fornecimento de dados; Como garantir que não há duplicação de dados; Como melhorar a qualidade dos dados a reportar (abrangência da informação); Como definir prioridades; Criar orientações para a definição de critérios de vigilância. Sistematizar informação microbiológica de patogénicos e indicadores de contaminação na cadeia alimentar em: Géneros alimentícios; Animais produtores de alimentos; Superfícies (equipamentos, utensílios, infraestruturas?); Manipuladores de alimentos; Água e gelo e Ar.
Participantes: Sector de produção, distribuição e restauração, particularmente as Associações Sectoriais; GPP; ASAE; DGV, Autoridades de Saúde, outras entidades envolvidas no controlo dos alimentos, Investigadores das áreas da microbiologia dos alimentos e epidemiológica, Laboratórios Públicos e Privados.
Coordenador: Silvia Viegas (Instituto Ricardo Jorge)

Grupo de Trabalho RPIMA GTTA (Toxinfecções Alimentares)

Âmbito: Criação de uma base de informação intersectorial em Portugal que facilite a cooperação e o intercâmbio rápido contínuo de informações, de uma forma anónima, entre os serviços de dados de identificação e caracterização de doenças de origem alimentar causadas por vírus, bactérias, microalgas, fungos, parasitas, e/ou seus produtos.
Objetivos: Elaborar um guia para a recolha de dados e informação sobre doenças de origem alimentar que inclua: identificação das potenciais fontes de informação (alvos), que dados recolher ao nível de cada alvo; ferramentas/questionários a aplicar a cada alvo, incluindo novas tecnologias que permitam identificar suspeitas; classificação de caso por agente segundo normas já estabelecidas; definição de prioridades; Definir estratégias para sensibilizar os potenciais fornecedores de informação; Desenvolver materiais de sensibilização para a disponibilização de dados.
Participantes: Sector de Produção. Restauração, Distribuição, Associações Sectoriais; GPP; ASAE; DGV, Autoridades de Saúde, Serviços de Saúde, Laboratórios alimentares e Laboratórios de análises clínicas, outras entidades envolvidas no controlo e vigilância dos alimentos, Investigadores das áreas da microbiologia e epidemiologia.
Coordenador: Silvia Viegas (Instituto Ricardo Jorge)

Grupo de Trabalho RPCQA GTGI (Gestão da Informação) (Novo! Abril_2017)

Âmbito: Sistematização das necessidades nacionais de informação relacionada direta ou indiretamente com a área da contaminação química dos alimentos, com identificação das respetivas fontes de informação e proposta de modelos para a sua gestão sustentável. Análise da informação e produção de relatórios.
Objetivos: Efetuar levantamento de informação existente relacionada com as prioridades identificadas. Identificação de: lacunas de informação; necessidades de harmonização de dados entre as diferentes fontes e interligações e potencial de otimização de recursos. Proposta de bases de dados necessárias, respetivos modelos, custos associados e planos de sustentabilidade. Recolha, harmonização e compilação de dados. Definição de indicadores, análise dos dados e produção de relatórios.
Participantes: Setor alimentar: produção, indústria, distribuição e restauração; Setor da Saúde: clínica e nutrição; Organismos da administração pública/Organismos públicos: DGAV, ASAE, DGS, DGC, ERSAR; Universidades e Institutos de investigação ligados à área alimentar e nutrição; Institutos de defesa dos direitos do consumidor: DECO
Coordenador: Patrícia Inácio (DGAV)

A informação gerada pelo PortFIR responderá às necessidades manifestadas pelos seus utilizadores, contando para tal com a colaboração de todos os produtores, utilizadores e divulgadores de dados da área alimentar.